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sábado, 24 de setembro de 2016

Roubo de dados da Yahoo afeta 500 milhões de utilizadores

Roubo de dados da Yahoo afeta 500 milhões de utilizadores


A Yahoo revelou esta quinta-feira que informação associada a 500 milhões de contas foi roubada dos seus servidores em 2014, num ato que a empresa acredita "ter o apoio de um país".


 A Yahoo revelou esta quinta-feira que informação associada a 500 milhões de contas foi roubada dos seus servidores em 2014, num ato que a empresa acredita "ter o apoio de um país".
Roubo de dados da Yahoo afeta 500 milhões de utilizadores


Entre os dados roubados, estarão nomes, endereços de correio eletrónico, números de telefone, datas de nascimento e palavras-passe desprotegidas. No entanto, nessa informação não estarão palavras-passe protegidas e dados bancários, afirmou a empresa.
"A investigação não encontrou provas de que o responsável por este ataque apoiado por um Estado ainda esteja na rede da Yahoo", afirmou a empresa.
As autoridades ainda estão a investigar o caso.
A falha de segurança podem ter implicações no contrato de compra da Yahoo pelo gigante das telecomunicações Verizon, no valor de 4.800 milhões dólares (cerca de 4.200 milhões de euros) e que aguarda a aprovação dos órgãos reguladores.
"A Yahoo está a trabalhar em conjunto com as agências de segurança. A pirataria informática apoiada por estados tornou-se cada vez mais comum na indústria tecnológica", acrescenta a empresa, com sede em Santa Clara, Califórnia, num comunicado hoje divulgado.
No verão, a empresa informou que estava a investigar um pirata informático denominado "Peace", que assegurou ter os dados privados de 200 milhões de utilizados dos serviços da Yahoo.
"Peace" vende os dados pessoais, contas de correio eletrónico e contrassenhas na denominada "dark web" (internet clandestina), com acesso anónimo e que apoia a atividade dos piratas informáticos, por um preço total de 3 'bitcoins', o equivalente a 1.800 dólares (cerca de 1.600 euros).
JN.PT

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Coreia do Norte possui apenas pouco mais de 7 mil internautas

Coreia do Norte possui apenas pouco mais de 7 mil internautas


m o isolamento político, econômico e cultural pelo qual a Coreia do Norte passa, é sempre complicado apontar o que é verdade e o que é mentira quando mencionam o país liderado à mão de ferro por Kim Jong-un, especialmente quando se trata do uso da internet.

O relato mais recente publicado sobre os internautas norte-coreanos foi revelado pela agência de marketing We Are Social e afirma que no país todo existem apenas 7.200 usuários da internet. Isso coloca a Coreia do Norte no último lugar da lista que mostra as nações com maior número de internautas e a porcentagem que esse valor representa frente à população total.
Da Islândia à Coreia do Norte




Figurando em primeiro lugar na lista de porcentagem está a Islândia, com acesso à internet para 98% da população total. Outros dois países escandinavos – Noruega e Dinamarca – estão bem na ordem, aparecendo em terceiro e quarto lugar respectivamente. Na outra ponta da lista estão alguns países africanos como Etiópia, Congo, Chade, Níger e, no último lugar tanto de porcentagem quanto de quantidade absoluta, a Coreia do Norte, com 7.200 usuários da internet que representam 0,03% da população total.





Lá existe uma versão local da internet, sem contato com o resto do mundo, chamada Kwangmyong. Essa rede fechada não recebe nenhum conteúdo estrangeiro e tudo é censurado por oficiais do governo. Os computadores utilizados para acessar a “internet norte-coreana” também são únicos no país e funcionam com um sistema operacional chamado “Estrela Vermelha”, que supostamente parece bastante com versões antigas do OS X.
Serviços parecidos, mas isolados

Existe também um Google da Coreia do Norte, chamado “Nosso País”, que realiza buscas através dos cerca de 5,5 mil websites do país, que consistem basicamente em páginas de universidades, escritórios governamentais, bibliotecas e empresas estatais. Existem também versões norte-coreanas para redes sociais e outras plataformas, todas censuradas e sem contato com o resto do planeta.

Se tudo isso é verdade ou são lendas criadas em torno do isolamento da Coreia do Norte, é muito complicado afirmar. Ainda assim, a situação toda não deixa de ser curiosa e de criar histórias interessantes pelo imenso contraste com praticamente todo o resto do mundo.